Blog: AGENDA DO AUDIOVISUAL
Descrição: Blog destinado a divulgação de Mostras, Festivais e outros eventos promovidos pelo setor do audiovisual no Brasil e no mundo
Criada por pimentel
on Qui 19 de Aug, 2004 21:36 PDT
Última modificação em Ter 07 de Oct, 2008 17:07 PDT
Última modificação em Ter 07 de Oct, 2008 17:07 PDT
| (223 mensagens | 8484 visitas | Atividade=2.00) |
|
|
III Concurso Itamaraty para o Cinema Brasileiro enviada por pimentel em Ter 07 de Oct, 2008 17:07 PDT |
As inscrições para o III Concurso Itamaraty para o Cinema Brasileiro estão abertas até o dia 05 de outubro. O concurso visa a incentivar a produção cinematográfica brasileira e a sua promoção no exterior, por meio da concessão de prêmio aos melhores filmes inscritos.
As obras inscritas e selecionadas serão exibidas no X Festival Internacional de Cinema de Brasília - X FIC Brasília, que será realizado de 29 de outubro a 09 de novembro, e concorrerão aos prêmios de melhor longa-metragem (R$ 25 mil) e melhor curta-metragem (R$ 10 mil).
Podem participar da seleção quaisquer filmes brasileiros de curta e longa metragens produzidos no país em 2007 ou em 2008, desde que não exibidos em mostras e/ou festivais em Brasília, em circuito comercial de cinema ou canais de televisão, ou por qualquer outro meio de difusão, até o encerramento do Festival.
O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.mre.gov.br.
Para outras informações e esclarecimentos, a organização do X FIC Brasília poderá ser contatada nos telefones (61) 3316-6807 ou 3316-6475.
As obras inscritas e selecionadas serão exibidas no X Festival Internacional de Cinema de Brasília - X FIC Brasília, que será realizado de 29 de outubro a 09 de novembro, e concorrerão aos prêmios de melhor longa-metragem (R$ 25 mil) e melhor curta-metragem (R$ 10 mil).
Podem participar da seleção quaisquer filmes brasileiros de curta e longa metragens produzidos no país em 2007 ou em 2008, desde que não exibidos em mostras e/ou festivais em Brasília, em circuito comercial de cinema ou canais de televisão, ou por qualquer outro meio de difusão, até o encerramento do Festival.
O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.mre.gov.br.
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
MinC e Petrobras anunciam R$ 28 mi em editais para cultura enviada por pimentel em Ter 30 de Sep, 2008 15:33 PDT |
Patrocínio para projetos de temática afro-brasileira é uma das novidades
O ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, que substitui Gilberto Gil desde sua saída, em 30 de julho, anunciou ontem, em evento no Rio, o programa de editais de seleção pública que serão realizados em parceria com a Petrobras, ainda em 2008.
O ministro interino divulgou a publicação de dez editais que vão contemplar diversas áreas da cultura, com patrocínios no total de R$ 28 milhões. Oito darão prosseguimento às ações conjuntas desenvolvidas com a empresa desde 2003. Dois são novos.
Cultura negra
O Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras atende ao desenvolvimento de atividades de grupos, companhias e profissionais que trabalham com temáticas culturais negras em teatro, fotografia, dança e artes plásticas. Será distribuído R$ 1,5 milhão entre os projetos selecionados.
O outro é o edital nacional de apoio a programações de centros culturais, que deve oferecer um auxílio financeiro a instituições que desenvolvam projetos nas áreas de artes cênicas, artes visuais e música, promovendo a integração entre manifestações artísticas locais e regionais no país.
Segundo ciclo
Durante o seu discurso, Juca Ferreira disse que possivelmente o Ministério da Cultura e a Petrobras lançarão um segundo ciclo de editais ainda neste ano. Formato, recursos a serem disponibilizados e áreas que serão beneficiadas ainda estão em estudo. O gerente executivo de Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santarosa, adiantou que a idéia é dar prioridade a projetos que gerem emprego e renda, especialmente em regiões com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) baixo.
Cultura digital
Na mesma solenidade, o ministro reiterou que, a partir de 15 de outubro, estarão abertas as inscrições para a edição 2008/2009 do Programa Petrobras Cultural.
A novidade deste programa fica por conta de uma seleção dedicada especificamente à cultura digital, que vai apoiar o aprimoramento de sites culturais brasileiros já existentes e a produção de festivais e eventos de arte eletrônica e mídias digitais.
As demais áreas beneficiadas serão as de música, artes cênicas, audiovisual e literatura.
Os valores a serem destinados a cada modalidade ainda não foram definidos.
Graças a um acordo de cooperação técnica firmado entre a Petrobras e o MinC, não haverá a exigência de que os projetos inscritos no programa já estejam previamente aprovados pela Lei Rouanet, exceto aqueles que vão concorrer na categoria de produção e difusão de filmes de longa-metragem.
Os editais divulgados ontem ficarão disponíveis ao público na página do MinC na internet
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
TV CULTURA PERDE 12 MILHÕES enviada por pimentel em Seg 05 de Maio, 2008 13:55 PDT |
A TV Cultura não irá mais produzir a programação da TV da Câmara Municipal de São Paulo. Perderá, assim, verba que poderia atingir R$ 12 milhões nos próximos 12 meses, o equivalente a cerca de 10% do total de suas receitas, e terá que demitir 30 funcionários.
A TV Câmara de São Paulo (que é diferente da TV Câmara, dos Deputados Federais) divide um canal nas operadoras de TV a cabo com a Assembléia Legislativa do Estado. Transmite as sessões da Câmara Municipal. Atualmente, irradia sete horas diárias, mas vai ampliar sua grade para 12 horas.
O contrato da Cultura com a Câmara vence no próximo dia 30. Será substituída por uma fundação ligada à Escola de Comunicações e Artes da USP.
A Câmara tentava renegociar o contrato com a Cultura desde abril de 2007. Vereadores apontam má vontade da emissora, que os teria deixado sem resposta a propostas de acordo. Nos últimos dois meses, diretores da emissora (inclusive o presidente, Paulo Markun) se mobilizaram para tentar manter o contrato, mas já era tarde.
A Cultura recebia mensalmente R$ 614 mil para captar a TV Câmara São Paulo. Esse valor subiria para R$ 1 milhão. A USP receberá R$ 950 mil/mês.
A TV Cultura informou apenas que "a primeira proposta enviada pela direção da Câmara Municipal continha alguns pontos questionados pela Fundação Padre Anchieta".
A TV Câmara de São Paulo (que é diferente da TV Câmara, dos Deputados Federais) divide um canal nas operadoras de TV a cabo com a Assembléia Legislativa do Estado. Transmite as sessões da Câmara Municipal. Atualmente, irradia sete horas diárias, mas vai ampliar sua grade para 12 horas.
O contrato da Cultura com a Câmara vence no próximo dia 30. Será substituída por uma fundação ligada à Escola de Comunicações e Artes da USP.
A Câmara tentava renegociar o contrato com a Cultura desde abril de 2007. Vereadores apontam má vontade da emissora, que os teria deixado sem resposta a propostas de acordo. Nos últimos dois meses, diretores da emissora (inclusive o presidente, Paulo Markun) se mobilizaram para tentar manter o contrato, mas já era tarde.
A Cultura recebia mensalmente R$ 614 mil para captar a TV Câmara São Paulo. Esse valor subiria para R$ 1 milhão. A USP receberá R$ 950 mil/mês.
A TV Cultura informou apenas que "a primeira proposta enviada pela direção da Câmara Municipal continha alguns pontos questionados pela Fundação Padre Anchieta".
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
PL29: ECOS DA COMISSÃO GERAL enviada por pimentel em Seg 05 de Maio, 2008 07:53 PDT |
PL 29: apoio das teles e produtores e críticas da TV paga
23/04/2008, 20h26O debate entre diferentes setores interessados no PL 29/2007 (projeto que cria novas regras para o setor de TV paga) realizado em Comissão Geral na Câmara dos Deputados pode ser resumido na frase do presidente da Abrafix, José Fernandes Pauletti: "parece que todos estão igualmente descontentes ou igualmente contentes com o projeto". Ou seja, cada grupo de pressão que participou das discussões com o relator da matéria, deputado Jorge Bittar (PT/SP) tem uma queixa, mas de certa forma o projeto também dá a cada um dos grupos alguma vantagem.
Prós
Entre os mais satisfeitos estão as empresas de telecomunicações, que buscam no projeto a abertura do mercado de TV por assinatura. Durante a comissão geral, as teles não fizeram nenhuma crítica. Informalmente, as empresas de telecomunicações dizem que o projeto poderia se resumir a um artigo, eliminando a vedação existente na Lei do Cabo, mas entendem que não seria possível fazer isso sem discutir um projeto mais convergente.
Contras
Entre os mais insatisfeitos estão justamente os operadores de TV por assinatura e os programadores, sobretudo os internacionais, que atacam duramente a proposta. A ABTA reclama de intervencionismo, autoritarismo e expropriação, para citar apenas alguns dos argumentos.
Supresa
Durante a comissão geral, o que se viu foi que pelo menos um programador nacional, o grupo Bandeirantes, que apoiava o PL 29/2007 de maneira veemente, agora está bem mais crítico ao texto, sob a alegação de que teriam sido feitas muitas concessões favoráveis ao modelo da Globo, em prejuízo dos demais grupos produtores de conteúdos. Os produtores independentes de conteúdos estão satisfeitos com o passo dado pelo projeto. Acreditam que é um importante marco histórico.
Confirma algumas das manifestações realizadas durante a Comissão Geral (por ordem alfabética):
- Alexandre Annenberg (ABTA): "O PL 29 não mostra um único caminho para fomentar a competição. O consumidor estará a mercê das redes monopolistas. E de outro lado ele introduz o retrógrado modelo de cotas. As reservas de mercado jamais foram capazes de estimular a qualidade. Os produtores querem estímulo, fomento incentivo. Nós da TV por assinatura temos o maior interesse em oferecer conteúdo nacional e estamos dispostos a utilizar o que pagamos para o Fust na forma de fomento. São mais de R$ 60 milhões. A cota não garante qualidade. Além disso, o poder dado à Ancine atenta contra a liberdade de expressão e é típica de regimes totalitários. É o projeto da Ancinav de novo. Por fim, o PL 29 amplia o número de canais obrigatórios a serem levados por empresas de TV por assinatura, e isso se chama expropriação."
- Bráulio Ribeiro (Intervozes): "O PL 29/2007 marca o início da atualização do marco regulatório, mas aqui os interesses econômicos impediram o desenvolvimento de uma Lei Geral de Comunicações. A versão atual é restrita e o impacto é duvidoso em um cenário de grande concentração e pouca concorrência. O PL 29 vem da demanda das teles, que estavam entrando no mercado de TV por assinatura. O PL 29 não promove a desagregação de rede. A manutenção da verticalização se verifica. Já as cotas são fundamentais. A campanha da ABTA e ABPTA é imoral e ilegal. Mas a flexibilização das cotas gera impacto tímido. A base digital da Net, por exemplo, já está de acordo com o PL e, portanto, não acrescenta nada. A proposta de um fundo de fomento e mais a política de cotas são grandes conquistas. Temos uma sensação de frustração, não porque o PL piore a legislação, mas porque a legislação se submete a interesses privados".
- Carlos Alkimin (ABPTA): "A obrigatoriedade de distribuição de canais brasileiros aumentará o custo e diminuirá a base. O aumento do poder da Ancine também é preocupante. O PL 29/2007 concede à Ancine poderes delegados ao Congresso Nacional. Por isso somos contra. Os programadores internacionais investiram R$ 146 milhões em programação brasileira. O PL 29 trará aumento de preço ao usuário, custo da produção, queda da qualidade e ampliação da intervenção do estado em uma atividade privada. A base de assinantes deve cair".
- Ércio Zilli (Acel): "A atualização do arcabouço legal, somado a um ambiente de previsibilidade e segurança regulatória é fundamental. A Acel também acha positiva a intenção de conceder estímulos à produção. Quanto à forma desses estímulos, a melhor forma é a multiplicidade de canais de distribuição. O que é crítico é a forma como está tratada a Condecine, impondo um novo tributo às empresas de telecomunicações. Mesmo que se reduza o Fistel na mesma proporção, trata-se de um novo tributo. A base de cálculo para a Condecine é idêntica à do Fistel, o que cria uma grande distorção para a telefonia móvel, que paga por usuário. Hoje já pagamos 90% do Fistel, e seremos os maiores contribuidores da Condecine. Inclusive usuários do pré-pago terão que pagar, e é improvável que tenham algum benefício. Achamos que a prestação de serviços não deve ser fato gerador da Condecine".
- Evandro Guimarães (Abert): "A TV aberta existe baseada no modelo federativo, composto por redes nacionais e complementação de programações regionais. Nossa alerta e preocupação é que o testo final não se esqueça de que é precioso o dispositivo que permite às emissoras localmente instaladas estejam no ar na mesma ordem seqüencial em que competem, não prejudicando o modelo de TV aberta, que inclusive leva a propaganda eleitoral gratuita aberta em cada localidade. O modelo da TV brasileira é a soma dos locais".
- Fernando Dias (ABPI-TV): "O parlamento brasileiro está diante de um momento importante. Houve um grande e benéfico efeito do PL 29/2007, que foi apresentar ao Brasil o setor de produção independente, que até aqui não tinha sequer direito ao trabalho, dada a estrutura verticalizada da indústria. Inacreditável que apenas 31,5% dos conteúdos dos canais seja brasileiro. Até hoje, nossa saída tem sido o aeroporto. Exportar é importante, mas quando o mercado interno está dominado. O PL 29 é um marco, um momento histórico. O texto não é o ideal e nenhuma das partes sai inteiramente satisfeita, mas é um grande passo".
- João de Deus (Abrafix): "O setor de telecom fez o maior investimento em infra-estrutura do país e universalizou o serviço telefônico. Outros setores têm liberdade de fazer todos os serviços, mas as empresas de telecomunicações não. Chegou o momento de sanar essa incorreção na Lei do Cabo. Esse projeto pode não ser o PL dos sonhos mas é um grande avanço".
- Johnny Saad (Abra): "O tema que temos aqui é muito importante para o nosso país. Mas confesso que fiquei triste quando li essa última versão. As negociações mudaram de tal forma o projeto de forma que ele ficou prejudicado. Temos que lutar para ter 50% da programação na mão de brasileiro, e não na mão de um grupo. Hoje temos um entrave, um único grupo que controla a distribuição. Nossos canais só entram na NeoTV. Também acho estranho que radiodifusores não possam entrar no setor de telefonia. Temos que falar espanhol para poder comprar empresas de telecomunicações? Por que isso? As empresas de cabo ficaram completamente desprotegidas. Não gosto de cotas, mas acho que pode realmente ser um incentivo a produção. Se pegarmos metade dos canais não teremos produtoras para fazer, mas pode ser aos poucos. O projeto tem que ser melhorado, mais discutido e mais aprofundado, como no começo".
- José Fernandes Pauletti (Abrafix): "O mundo mudou, a tecnologia evoluiu e as regras têm que se adaptar. Esse é um primeiro passo, nossa posição é de apoio e queremos que esse projeto seja aprovado o mais rapidamente possível. Tenho certeza que ele não atende a todos os participantes e interessados plenamente, mas é um primeiro passo. Todos estão igualmente descontentes ou igualmente contentes com o projeto".
- José Luiz Soter (FNDC): " Vemos no PL 29/2007 vários pontos positivos, mas também deficiências estruturais. Como positivos, apontamos tratamento de uma regulamentação dispersa em um único marco. O impedimento de exclusividade sobre eventos relevantes também é importante. Só isso nas leva a dar o nosso apoio. Mas tem pontos negativos, como a falta de limites ao capital estrangeiro na distribuição e a falta de dispositivos de regionalização"
- Luis Cuza (TelComp): "Queremos que o projeto exija da Anatel 30 dias para apresentar um plano de plano de execução dos princípios do Decreto 4.733/2003 e que em 180 dias apresente propostas para desagregação, modelo de custos, revenda e separação funcional. Também queremos que a prestação dos serviços audiovisuais de acesso condicionado só sejam feitos pelas teles em suas próprias redes".
- Márcio Moraes (Associação Brasileira de Cinema de Animação): "O projeto é de extrema importância, pois foi um sistema de cotas que fez com que o cinema americano surgisse há 100 anos. O que falta é espaço para exibir. Estamos ávidos para que esse projeto seja aprovado".
- Neusa Risette (NeoTV): "A NeoTV reconhece a relevância do projeto. Defendemos a livre concorrência, o fomento à produção e respeito à legislação vigente. Ao invés de obrigar, o projeto deveria incentivar. Deveria prever benefícios tributários para quem levasse mais conteúdo nacional. Sobre a legislação vigente, a crítica vai sobre a possibilidade de cobrar do operador a retransmissão dos canais de TV aberta. É importante que o PL 29 zele para que as operadoras possam dar continuidade à prestação dos serviços, com isonomia e estímulo à competição"
- Paulo Rufino (Congresso Brasileiro de Cinema): "O PL 29 deve ser saudado por abrir espaço para a produção independente. Somos signatários da convenção de diversidade cultural da Unesco e agora temos a ferramenta para honrar esse compromisso. Ficar sem cotas é ficar com uma única cota de 100% aos conteúdos internacionais".
- Sayonara Leal (Lapcom/UnB): "É importante abrir o mercado e importante fomentar a produção. Mas achamos que o projeto atende mais a interesses privados do que públicos. Há uma forte regulação de um serviço prestado em regime privado que chega a 5% da população deixando de fora a TV aberta que atende a toda a população. Esperamos um projeto de lei amplo".
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
EDITAL DO BNDES enviada por pimentel em Seg 05 de Maio, 2008 07:50 PDT |
BNDES prorroga edital de cinema
Rio - O BNDES prorrogou o prazo para inscrição de projetos cinematográficos em seu edital de cinema de 2008. As inscrições, iniciadas dia 19 de março, ficarão abertas até o dia 2 de maio. Para inscrever um projeto, é preciso preencher e enviar pela internet ou pelo correio, até 30 de abril, o formulário de inscrição. Outra opção é entregá-lo diretamente no BNDES, até 2 de maio. O conjunto de documentos exigido no edital está disponível no portal do banco, no endereço
Serão investidos até R$ 12 milhões em projetos de produção e finalização de obras audiovisuais cinematográficas de longa-metragem, nos gêneros ficção, animação e documentário, realizadas por empresas brasileiras independentes. Podem concorrer apenas projetos já aprovados pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e que tenham registro ou protocolo de registro de emissão e distribuição na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Não serão aceitas inscrições de projetos já apoiados em editais anteriores do sistema BNDES ou de produtoras e diretores inadimplentes com o banco. Os projetos de produção de filmes de animação poderão receber a mesma quantia dos de ficção, cujo valor é de R$ 1,5 milhão. Os documentários poderão ser apoiados com até R$ 500 mil. Para os projetos de finalização, poderão ser destinados até R$ 750 mil, para o gênero ficção, e R$ 250 mil, para o gênero documentário. Os critérios do processo de seleção são: roteiro, currículo da produtora, do diretor e dos demais profissionais envolvidos na produção do filme; adequação do orçamento; relatório de captação de recursos; proposta de distribuição e potencial de impacto cultural e comercial do filme.
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
NOVAS REGRAS PARA OS SERVIÇOS DE TV A CABO enviada por pimentel em Seg 05 de Maio, 2008 07:34 PDT |
Entenda a cobrança dos serviços de TV a cabo
Rio - A 40 dias da entrada em vigor da nova regulamentação dos direitos dos assinantes de TV por assinatura, no dia 2 de junho, veja como é a cobrança dos serviços:
Ponto adicional
Pela nova regra, as operadoras de TV a cabo não podem mais cobrar pelo ponto extra ou ponto de extensão, independentemente do plano de serviço do assinante. No entanto, a regulamentação permite a cobrança de instalação e manutenção, que pode ser uma taxa mensal ou por evento.
Fidelização
Em caso de oferecer um pacote com fidelização, a operadora é obrigada a ter um igual, sem a fidelização, sendo permitido, neste caso, ter preços diferentes.
Instalação e manutenção
O consumidor pode contratar terceiros para instalação e manutenção do ponto extra, desde que os materiais usados sejam os autorizados pela Anatel.
Reclamação
A nova regulamentação obriga as empresas a oferecerem um canal gratuito para reclamação. No caso de informações, no entanto, a regra permite que o serviço seja cobrando, desde que como ligação local.
Prazo
As prestadoras devem solucionar reclamações, pedidos de informação ou contestação de débito em cinco dias úteis. Pedidos ou contestações por correspondência, em dez dias úteis.
Multa
Segundo a Anatel, caso a empresa não cumpra a oferta, o consumidor pode cancelar o contrato sem pagamento de multa.
Suspenção
O consumidor tem direito de suspender uma vez por ano o serviço de 30 a 120 dias, sem ônus.
Cobrança indevida
O consumidor tem direito a receber em dobro quantias cobradas indevidamente. E, em caso de reclamação do cliente, a empresa não poderá suspender o serviço, salvo por descumprimento do contrato.
Sem sinal
Em caso de interrupção de sinal por tempo maior do que 30 minutos, o valor deve ser abatido da fatura.
Fatura
A fatura deve discriminar todos os serviços pelos quais o consumidor está pagando.
Preço
O preço do serviço, o índice e a periodicidade de reajuste devem estar previstos em contrato
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
DOCTV IV enviada por pimentel em Seg 05 de Maio, 2008 06:19 PDT |
O DOCTV IV inicia suas atividades com a Oficina de Planejamento Executivo que, nos dias 23 e 24 de abril, reúne em Brasília, DF, representantes de TVs Públicas e associções de produtores independentes de 26 estados brasileiros que compõem a Rede DOCTV. O encontro preparara a realização dos Concursos Estaduais DOCTV IV, cujos lançamentos estão previstos para o dia 27 de maio, premiando os melhores projetos de documentário com contratos de co-produção no valor de US$ 110 mil (cento e dez mil reais).
O DOCTV é um Programa da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas e Culturais - ABEPEC, Fundação Padre Anchieta - TV Cultura e Empresa Brasil de Comunicação - TV Brasil, em associação com TVs públicas de todo o Brasil e com o apoio institucional da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – ABD. O concurso, que premia documentaristas viabilizando a produção e difusão de documentários, é considerado um dos mais bem sucedidos programas no setor audiovisual brasileiro e já possibilitou a produção de 127 documentários em suas três edições nacionais e uma edição internacional, o DOCTV IBÉRO-AMÉRICA, que adotou o modelo de co-produção criado no Brasil.
O programa tem como grandes objetivos a regionalização da produção de documentários, a articulação de um circuito nacional de teledifusão e a criação de ambientes de mercado para o documentário brasileiro.
Os documentários produzidos através do DOCTV têm um caráter essencialmente autoral e já conquistaram prêmios nos principais festivais de documentários do mundo, como É Tudo Verdade, Biarritz, Locarno, Sundance etc.
Uma vez realizados, os documentários da Série DOCTV IV estrearão num circuito nacional de teledifusão composto pela TV Cultura do Amazonas, TV Cultura do Pará, TV Aldeia (Acre), TV Palmas (Tocantins), TV Antares (Piauí), TV Ceará, TV Universitária do Rio Grande do Norte, TV Universitária da Paraíba, TV Universitária de Pernambuco, Instituto Zumbi dos Palmares (Alagoas), Aperipê TV (Sergipe), TVE Bahia, TV Brasil Central (Goiás), TV Mais (Mato Grosso), TVE Regional (Mato Grosso do Sul), Rede Minas, TVE Espirito Santo, TV Brasil (Maranhão, Distrito Federal, Rio de Janeiro), TV Cultura de São Paulo, Paraná Educativa, TV Cultura de Santa Catarina e TVE RS. Na ausência de tvs públicas nos estados do Amapá e Rondônia, a Fundação Estadual de Cultura do Amapá e a Fundação Cultural Iaripuna realizam estratégia alternativa de difusão da Série DOCTV simultaneamente à teledifusão em Rede Pública de Televisão.
Imprensa
No dia 24 de abril, às 16h, haverá uma mesa de encerramento aberta à imprensa, com a participação de Paulo Alcoforado, diretor da Secretaria do Audiovisual, representando o secretário Silvio Da-Rin; de representante da Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas e Culturais - ABEPEC, Marco Antonio Coelho; do vice-presidente da Fundação Padre Anchieta – TV Cultura, Fernando Almeida; de representante da Empresa Brasil de Comunicação - TV Brasil, Israel do Vale; e da presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – ABD, Solange Lima.
Mais informações -
Priscila D. Carvalho/ Diego Cunha
Comunicação - Secretaria do Audiovisual
(61) 3316 2044/ 2088
O DOCTV é um Programa da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas e Culturais - ABEPEC, Fundação Padre Anchieta - TV Cultura e Empresa Brasil de Comunicação - TV Brasil, em associação com TVs públicas de todo o Brasil e com o apoio institucional da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – ABD. O concurso, que premia documentaristas viabilizando a produção e difusão de documentários, é considerado um dos mais bem sucedidos programas no setor audiovisual brasileiro e já possibilitou a produção de 127 documentários em suas três edições nacionais e uma edição internacional, o DOCTV IBÉRO-AMÉRICA, que adotou o modelo de co-produção criado no Brasil.
O programa tem como grandes objetivos a regionalização da produção de documentários, a articulação de um circuito nacional de teledifusão e a criação de ambientes de mercado para o documentário brasileiro.
Os documentários produzidos através do DOCTV têm um caráter essencialmente autoral e já conquistaram prêmios nos principais festivais de documentários do mundo, como É Tudo Verdade, Biarritz, Locarno, Sundance etc.
Uma vez realizados, os documentários da Série DOCTV IV estrearão num circuito nacional de teledifusão composto pela TV Cultura do Amazonas, TV Cultura do Pará, TV Aldeia (Acre), TV Palmas (Tocantins), TV Antares (Piauí), TV Ceará, TV Universitária do Rio Grande do Norte, TV Universitária da Paraíba, TV Universitária de Pernambuco, Instituto Zumbi dos Palmares (Alagoas), Aperipê TV (Sergipe), TVE Bahia, TV Brasil Central (Goiás), TV Mais (Mato Grosso), TVE Regional (Mato Grosso do Sul), Rede Minas, TVE Espirito Santo, TV Brasil (Maranhão, Distrito Federal, Rio de Janeiro), TV Cultura de São Paulo, Paraná Educativa, TV Cultura de Santa Catarina e TVE RS. Na ausência de tvs públicas nos estados do Amapá e Rondônia, a Fundação Estadual de Cultura do Amapá e a Fundação Cultural Iaripuna realizam estratégia alternativa de difusão da Série DOCTV simultaneamente à teledifusão em Rede Pública de Televisão.
Imprensa
No dia 24 de abril, às 16h, haverá uma mesa de encerramento aberta à imprensa, com a participação de Paulo Alcoforado, diretor da Secretaria do Audiovisual, representando o secretário Silvio Da-Rin; de representante da Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas e Culturais - ABEPEC, Marco Antonio Coelho; do vice-presidente da Fundação Padre Anchieta – TV Cultura, Fernando Almeida; de representante da Empresa Brasil de Comunicação - TV Brasil, Israel do Vale; e da presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – ABD, Solange Lima.
Mais informações -
Priscila D. Carvalho/ Diego Cunha
Comunicação - Secretaria do Audiovisual
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
INAUGURAÇÃO DO CRAV EM MINAS enviada por pimentel em Seg 05 de Maio, 2008 04:53 PDT |
|
|
MAIS CULTURA enviada por pimentel em Dom 04 de Maio, 2008 22:00 PDT |
Hoje - 16/04/2008 09h42
O ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, apresenta às 10 horas o Programa Mais Cultura aos integrantes da Comissão de Educação e Cultura. O programa, que faz parte da agenda social do governo federal, foi criado pelo Decreto 6.226/07, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em outubro do ano passado.
Entre os objetivos, estão o acesso da população brasileira aos bens culturais e a promoção da diversidade cultural e social do País. Para atender ao programa, o Ministério da Cultura prevê, até 2010, investimentos de R$ 4,7 bilhões, entre recursos provenientes do Orçamento e verbas de parcerias, contrapartidas, financiamentos e patrocínios.
Votação de projetos
Após a apresentação do ministro, os parlamentares votarão projetos em análise na comissão. Uma das propostas em pauta é o PL 2732/08, do Senado, que torna obrigatório o ensino de música na educação básica. O deputado Frank Aguiar (PTB-SP) vai apresentar seu parecer na hora do debate.
A reunião será realizada no plenário 10.
Da Redação/NN
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
Ministro apresenta Programa Mais Cultura em comissão
O ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, apresenta às 10 horas o Programa Mais Cultura aos integrantes da Comissão de Educação e Cultura. O programa, que faz parte da agenda social do governo federal, foi criado pelo Decreto 6.226/07, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em outubro do ano passado.
Entre os objetivos, estão o acesso da população brasileira aos bens culturais e a promoção da diversidade cultural e social do País. Para atender ao programa, o Ministério da Cultura prevê, até 2010, investimentos de R$ 4,7 bilhões, entre recursos provenientes do Orçamento e verbas de parcerias, contrapartidas, financiamentos e patrocínios.
Votação de projetos
Após a apresentação do ministro, os parlamentares votarão projetos em análise na comissão. Uma das propostas em pauta é o PL 2732/08, do Senado, que torna obrigatório o ensino de música na educação básica. O deputado Frank Aguiar (PTB-SP) vai apresentar seu parecer na hora do debate.
A reunião será realizada no plenário 10.
Da Redação/NN
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
|
|
TV PAGA PODE DOBRAL NA AL ATÉ 2012 enviada por pimentel em Dom 04 de Maio, 2008 21:27 PDT |
por IT Web
15/04/2008
Número de assinantes pode chegar a 59 mi, com IPTV respondendo por mais de 20%; crescimento depende de governos
O advento da IPTV colaborará para que a penetração da TV paga na América Latina dobre até 2012, segundo pesquisa da TVTelco, empresa focada em TV móvel e mídias digitais e móveis na região.
Nas estimativas da empresa, o número de assinantes deve passar dos 27 milhões em 2007 para 59 milhões nos próximos cinco anos. Destes, 13,48 milhões, ou 22,8%, usarão IPTV e o restante cabo, DTH e MMDS.
O sucesso, do serviço depende, no entanto, dos governos dos países da região. No Uruguai e na Venezuela, por exemplo, onde as operadoras de telefonia são estatais, os governos precisam ver a IPTV como uma política pública de comunicação. Já no México, Argentina e Brasil, são necessárias mudanças nos marcos regulatórios.
Por aqui, caso seja aprovado o Projeto de Lei 29, que permite que as operadoras de telefonia ofereçam a IPTV, a penetração do serviço de TV paga deve mais que triplicar até 2012, passando de 10,4% para 34,5% da população.
A IPTV deve responder por 5,5 milhões dos 18,7 milhões de assinantes previstos. A tecnologia predominante, no entanto, continuará a ser o cabo, que deve crescer mais que duas vezes e meia nos próximos anos, de 3,6 milhões para 9,2 milhões de clientes. Para o DTH, a expectativa é de um salto dos atuais 1,7 milhões para quatro milhões de assinantes
15/04/2008
Número de assinantes pode chegar a 59 mi, com IPTV respondendo por mais de 20%; crescimento depende de governos
O advento da IPTV colaborará para que a penetração da TV paga na América Latina dobre até 2012, segundo pesquisa da TVTelco, empresa focada em TV móvel e mídias digitais e móveis na região.
Nas estimativas da empresa, o número de assinantes deve passar dos 27 milhões em 2007 para 59 milhões nos próximos cinco anos. Destes, 13,48 milhões, ou 22,8%, usarão IPTV e o restante cabo, DTH e MMDS.
O sucesso, do serviço depende, no entanto, dos governos dos países da região. No Uruguai e na Venezuela, por exemplo, onde as operadoras de telefonia são estatais, os governos precisam ver a IPTV como uma política pública de comunicação. Já no México, Argentina e Brasil, são necessárias mudanças nos marcos regulatórios.
Por aqui, caso seja aprovado o Projeto de Lei 29, que permite que as operadoras de telefonia ofereçam a IPTV, a penetração do serviço de TV paga deve mais que triplicar até 2012, passando de 10,4% para 34,5% da população.
A IPTV deve responder por 5,5 milhões dos 18,7 milhões de assinantes previstos. A tecnologia predominante, no entanto, continuará a ser o cabo, que deve crescer mais que duas vezes e meia nos próximos anos, de 3,6 milhões para 9,2 milhões de clientes. Para o DTH, a expectativa é de um salto dos atuais 1,7 milhões para quatro milhões de assinantes
| Link permanente (referenciado por: mensagens / referências: mensagens) |
|
|
